PROTETOR DE DESCARGA ELÉTRICA
"PROTESURTO"
Para proteção de Placas de Captura de Vídeo de qualquer marca

Modelos para 4, 8 e 16 câmeras
Conhecendo a natureza das
principais descargas que danificam nossos equipamentos.
A descarga elétrica atmosférica, é
um dos principais causadores de queima dos equipamentos eletrônicos.
São
freqüentes conflitos entre os
fabricantes, que garantem o funcionamento em condições normais e os
clientes que
não tem conhecimento técnico e
acreditam ser de fabricação o defeito causado por alguns mil
volts que atingiram
a entrada de vídeo que costuma
trabalhar com não mais de 4 volts. Esta descarga as
vezes queima só o canal, as vezes a
placa e em alguns casos o equipamento completo.
Como acontece o raio?
Resumidamente o raio acontece quando uma nuvem
acumula ou perde muitos elétrons por diversos motivos, e acaba contraindo uma
carga positiva (falta de elétrons) ou uma carga negativa (excesso de elétrons)
em relação a terra. Esta diferença de potencial (tensão, voltagem) aumenta muito
até que a isolação do ar é quebrada e então abre se o arco, o raio, que pode
subir ou descer de acordo com a sua carga. Temos então, que um raio, p/ haver o
escoamento, precisa de um ponto de terra, logo, se observarmos em n/ rede de
transmissão de energia elétrica, o negativo, em cada entrada de residência, no
relógio marcador de consumo, há no mínimo uma haste terra fincada promovendo um
terra bastante eficiente, sendo somado os terras de toda a vizinhança.
Como queima?
Se
atentarmos ao detalhe de que a descarga tem uma quantia enorme de elétrons se
deslocando (tensão alta suficiente p/ romper a isolação do ar e corrente alta
devido a grande quantidade de elétrons se deslocando de uma só vez),
verificaremos que o campo elétrico e magnético resultante é muito grande,
induzindo corrente elétrica nos condutores de energia próximos de onde ela
ocorreu. Esta descarga chega diretamente na placa de captura e dependendo de sua
intensidade pode danificar somente os componentes da entrada de vídeo,
parando um ou mais canais de câmeras,
ou mesmo passar pelos componentes da placa de captura seguindo pela placa mãe do
micro, danificando seus componentes eletrônicos, e seguindo em direção ao
negativo da rede elétrica ou o terra onde será escoado.
Funcionamento.
O protetor Telesurto, fica conectado entre o cabo que chega da câmera e a entrada de vídeo da placa de captura, e sua carcaça aterrada junto no gabinete, o protetor promove um caminho “mais fácil, curto, de menor impedância” até o terra, sendo que a descarga prefere seguir este caminho.

O protetor esta com fusível de proteção de entrada extremamente fraco, 100mA ou 0,1A, que em casos de descargas maiores se rompe não deixando que a descarga queime o protetor e passe para a Placa e Micro. De forma alguma deve se usar fusíveis mais fortes que 100mA.
O protetor não deve ser ligado ao gabinete do micro por fios, mas sim fixado diretamente na carcaça do micro através dos parafusos da fonte de alimentação. A maioria das queimas são causada por descarga induzidas, menores, uma descarga direta pode facilmente derreter até o cabo coaxial, e o protetor pode não suportar. É na descarga induzida, aquelas em que o raio não cai diretamente na câmera ou cabo coaxial, que o protetor atua escoando-a diretamente para o terra.
IMPORTANTE: Veja que a carcaça do Micro funciona como terra, portanto necessariamente deve ser aterrada - sem aterrando não use o Protesurto. Lembre que o Brasil é dos paises de maior incidência de descargas atmosfericas / raios.
PROTETOR DE SURTO BMK
No digital, é comum julgar que instalando Estabilizador / Nobreak no Micro o Sistema está protegido.
Acontece que o sinal das câmeras entra direto na Placa, que tendo variação de tensão
queima a Placa e conforme a variação até o Micro.

Se queima a 30 d.c. / 40 v.c.a., protege variações de energia, indução, não protege raios.
Com conector F nas 2 pontas. Instalação pouco antes do Micro.
Vários usuários nos informaram que melhora a imagem (sem Comprovação)



